A resposta depende de quem te ensina a ler o auto de infração.
O tributário é uma das áreas mais técnicas e mais bem remuneradas da advocacia. Uma tese de defesa no contencioso vale pelo domínio do procedimento e da jurisprudência administrativa — terreno de quem já esteve do outro lado da mesa.
Por isso a pergunta certa não é só "vale a pena?", mas "com quem eu vou estudar?". Uma especialização conduzida por ex-julgadores do CARF e do TIT e por procuradores da Fazenda entrega o raciocínio de quem decide o auto de infração.
Para quem quer atuar em consultoria fiscal, no contencioso ou em carreiras públicas da área, a resposta costuma ser sim — desde que a escolha do corpo docente seja levada a sério.